Não é de hoje que o tópico “sustentabilidade” tem tanta força e impacto para soluções estratégias de negócio.
Na década de 1980, o conceito Triple Bottom Line, também conhecido como Tripé da Sustentabilidade, de John Elkington, foi desenvolvido em um encontro da ONU (Organização das Nações Unidas), a partir da reflexão, para alinhar as demandas do mercado, sobre a equidade entre três grandes dimensões: social, econômica e ambiental.
Desde então, conceitos que norteiam o desenvolvimento sustentável passaram a conduzir a sociedade de forma mais intensa, fator esse que pode ser justificado pelo comportamento do próprio consumidor ao redor do mundo.
Segundo uma pesquisa de 2012 realizada pela Nielsen Holdings em pelo menos 50 países, mais de 60% de clientes ao redor do mundo preferem comprar de organizações que contribuam com a sociedade de alguma forma, seja por programas de preservação ambiental ou com tecnologias que impulsionam o desenvolvimento sustentável, por exemplo. Dessa porcentagem, 62% prefere trabalhar em empresas ambientalmente sustentáveis e 59% prefere investir nelas.
E as organizações, como se comportam?
De acordo com um estudo promovido em 2021 pela Porto Business School e Aliados Consulting, publicado pela Forbes Portugal, 48,7% das empresas avaliadas classificam a sustentabilidade como “muito importante na estratégia da empresa”, entretanto, dentro dessa percentagem, 43,6% não possui orçamento dedicado a este segmento.
Ou seja, ainda que saibam da importância, nem todas as instituições destinam verbas e tempo necessário para desenvolver soluções assertivas.
Muitas empresas ainda acreditam que sustentabilidade é uma ação pontual, quando na verdade ela precisa estar integrada ao negócio como parte essencial da organização.
Sendo assim, a sustentabilidade não pode ser atingida por apenas uma única ação da empresa. Toda a cadeia de suprimentos, não somente parceiros individuais, logística e estratégias devem operar de maneira sustentável.
O que a empresa pode fazer?
Antes de tudo, as organizações precisam absorver de forma efetiva os conceitos de desenvolvimento sustentável e incorporar práticas conscientes em cada ação da empresa.
Além disso, o investimento em fontes energéticas sustentáveis, como a solar, também é uma maneira de contribuir com o meio ambiente, com a sociedade e com a economia, sendo, inclusive, uma solução capaz de gerar maior destaque no mercado e trazer um diferencial competitivo à sua empresa.
Isso acontece porque a energia solar fotovoltaica é uma das poucas tecnologias consideradas 100% limpa por não gerar poluentes e ser inesgotável.
Ao investir nessa fonte, as empresas reduzem custos com energia, fortalecem o crescimento e se conectam a consumidores alinhados à sustentabilidade.
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