A energia solar é uma estratégia para reduzir a sua conta de luz e preservar o meio ambiente. Você sabia que a economia pode chegar em até 99% e poderá pagar a penas a taxa mínima da concessionária?
Hoje, porém, nosso foco não é falar dos benefícios — que são muitos —, mas esclarecer uma dúvida muito comum entre quem decide instalar um sistema fotovoltaico: como ler a conta de luz?
Não se preocupe! Para facilitar, preparamos esse material que explicará como você pode entender a sua fatura!
Como entender a conta?
A fatura de energia é divida em blocos: começo, meio e fim. Logo na parte superior, você encontrará informações como a identificação do consumidor, modalidade tarifária, grupamento, tipo de ligação e número da unidade consumidora.
No centro, há um quadro com a discriminação das quantidades e valores dos produtos e serviços. Na parte inferior, aparece o histórico de faturamento e consumo.
Número do Cliente
Em primeiro lugar, você irá ver o número do cliente que nunca muda. Ele é vinculado ao CPF ou CNPJ do proprietário.
Número da Instalação
Em seguida, temos o número referente ao local que está instalado o medidor.
Tipo de Classe
Existem três tipos de classificação: monofásico, trifásico e bifásico. A diferença entre cada classe está relacionada ao tipo de condutor da rede elétrica.
Subclasse
Logo após, temos a subclasses. Elas são divisões das classes de consumo relativas a cada tipo de consumidor, podem ser: comercial, residencial, industrial, rural ou poder público.
Modalidade Tarifária
É definida de acordo com o grupo tarifário em que o consumidor está classificado. O grupo A são os atendidos em média ou alta tensão, acima de 2,3kW. Já o grupo B são os consumidores atendidos em baixa tensão, abaixo de 2,3kW.
Como é feito o cálculo da cobrança?
O cálculo ocorre pela multiplicação entre os valores de consumo e produção.
Energia Ativa: é tudo aquilo que você consome da rede distribuidora
Energia injetada: são os créditos que você não utilizou de forma instantânea e são injetados na sua conta de energia.
O consumo instantâneo acontece quando a energia é utilizada no momento em que é gerada. Desse modo, o excedente segue para a distribuidora.
A produção considerada deve ser a do período de leitura da concessionária, que está no item equipamentos de medição/datas de leitura. Esses dados de produção você também encontra em seu monitoramento.
O que significa a sigla TUSD?
Significa Tarifa de utilização do Sistema de Distribuição (TUSD). Quando você consome energia da rede, há incidência de ICMS. Porém, ao injetar energia na rede, não há crédito de ICMS sobre esse valor. Ou seja, quando vai para rede é um valor e quando volta é outro.
Créditos excedentes
Quando o valor da energia injetada é maior que o consumo em kWh, você produz mais energia do que consome e passa a ter créditos. A distribuidora desconta automaticamente os créditos da fatura de energia sempre que a unidade consumidora registra consumo, respeitando o prazo de utilização de 60 meses, contado a partir da data de geração.
Para aproveitar os créditos solares gerados é preciso ficar atento à regulamentação da ANEEL. Nesse sentido, apenas os consumidores cativos (aqueles que possuem vínculo com uma concessionária de distribuição de energia elétrica) têm o direito de participar do sistema de créditos de energia solar.
Informações Gerais
Finalmente, temos o quadro de informações gerais. Nesse quadro fica localizado o saldo atual da geração, algumas informações da resolução da ANEEL. Ele identifica se faz parte do sistema de compensação de energia e notificações sobre pagamentos e multas.
Agora ficou mais fácil de entender sua fatura após a instalação da energia solar? A Alba está sempre a disposição de seus clientes para ajudar no suporte antes, durante e depois da implementação do projeto fotovoltaico. Faça a simulação do seu projeto sem compromisso!
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