Como já sabemos, o Brasil passa por uma grave crise hídrica desde o começo de 2021. Infelizmente, segundo estimativas da TR Soluções, empresa de tecnologia aplicada ao Setor Elétrico, ainda sofreremos reflexos dessa crise, podendo causar uma alta de 19% nas contas de luz

Nesse contexto, vamos entender melhor como funciona o cenário energético do país e quais fatores justificam esses aumentos das tarifas de energia. Confira! 

Cenário energético brasileiro

Desde que os níveis das hidrelétricas diminuíram, passamos a suprir a demanda energética a partir das termelétricas, mais caras e também mais poluidoras. Assim, houve a implementação de custos mais elevados nas bandeiras tarifárias, como uma forma de suprir esse aumento nos gastos para geração de eletricidade.

Hoje, pagamos um extra de R$ 14,20 por 100 kWh consumidos, sendo essa a bandeira tarifária conhecida como “escassez hídrica”, a mais cara já aplicada. 

O problema é que mesmo com o aumento das contas e com as bandeiras tarifárias, a arrecadação não tem suprido todos os custos.

Em setembro de 2021, o déficit nas contas de energia elétrica era de R$ 9,87 bilhões e, em dezembro, chegou a R$ 13,89 bilhões, segundo a TR Soluções.

 

Situação prevista para 2022

A situação pode ficar um pouco menos preocupante se os índices de chuva no país aumentarem. 

O Inmet prevê chuvas acima da média em março e abril no sul de Minas Gerais e no norte de São Paulo, regiões com importantes reservatórios do setor.

Mesmo que chova, ainda enfrentaremos neste ano (2022) inúmeros desafios, principalmente pelas consequências de 2021.

Além disso, vale ressaltar que, no final do ano passado (2021), o presidente Jair Bolsonaro assinou uma Medida Provisória que permitia a realização de um empréstimo para que as distribuidoras pudessem arcar com os custos extras provocados pela crise hídrica, sendo uma forma também de diluir os aumentos da conta de luz para os consumidores. 

Infelizmente, ainda que essa medida diminua os impactos dos encargos tarifários para os consumidores, ela também prorroga a situação crítica por mais dois ou três anos. Ou seja, sentiremos as consequências da crise energética até meados de 2023 e 2024.

Dada essa situação, os avanços nos investimentos em geração de energia limpa, como a solar, cresce cada vez mais, sendo a melhor maneira de enfrentar a crise energética, graças aos seus inúmeros benefícios. E você pode entender mais sobre a energia solar aqui

Por fim, vale ressaltar que, sim, a conta de luz segue em alta neste ano, principalmente pelas consequências da crise hídrica que assola o país desde o início de 2021. 

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“Acreditamos que a energia solar é fundamental para construir um futuro mais sustentável e humano.”

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