COP 27: O protagonismo do Brasil na agenda climática global
Com sede no Egito no ano de 2022, a COP 27 foi encerrada no dia 20 de novembro, após duas semanas de negociações. A reunião, que acontece desde 1995, reuniu em 2022 mais de 190 países nos debates, ou seja, todos os territórios que ratificaram a United Nations Climate Change Conference (UNFCCC) e apresentam entre si debates e mudanças para reduzir os impactos causados por todo mundo contra o meio ambiente.
Agenda de Adaptação e compromissos globais
Uma das discussões colocada em pauta durante a conferência, foi em relação ao apoio que os países devem receber para lidar com os impactos causados pelas mudanças climáticas, nomeada como Agenda de Adaptação. Na prática, o tema propõe diversas ações e compromissos de governos, para reduzir os estragos climáticos, impactando diretamente cerca de 4 bilhões de pessoas que estão sendo afetadas, nas comunidades vulneráveis ao clima.
O Brasil mostrou sua participação de forma ativa para cobrar os países desenvolvidos em relação aos investimentos para lidar com esse desafio, além de propor ideias e soluções inteligentes a fim de desenvolver uma economia verde. Inclusive, durante todo o período da COP 27, o nosso país se posicionou com a seguinte frase: “O futuro da energia limpa é o presente do Brasil!”.
Inclusive, o ministro do meio ambiente, Joaquim Leite, ao dar um balanço da reunião e sobre a participação do Brasil na tomada de decisões, relembrou que nós somos um exemplo para o mundo e parte da solução global, já que quase 85% da matriz elétrica do Brasil é de fonte renovável.
Amazônia e transição energética em destaque
Durante os dias de debate, especialistas e autoridades analisaram a segurança e a preservação da Amazônia, o maior bioma do Brasil, e apresentaram avanços como o Novo Marco do Saneamento e Resíduos, os resultados do programa Lixão Zero e as iniciativas de pagamento por serviços ambientais.
Além disso, pautas que discutem uma forma de adotar uma matriz energética mais limpa e sustentável, como a energia solar, foram bastante discutidas na COP 27. Chamada de transição energética, esse conceito propõe transformações nas matrizes energéticas a curto e longo prazo no país.
Pensando no cenário mundial, chegou-se a conclusão e criação de um fundo nomeado como “perdas e danos” para beneficiar as regiões mais afetadas pelas mudanças climáticas. Além disso, foi entregue um pacote de decisões, por parte dos países, reafirmando o seu compromisso contra o aumento da temperatura global, focando na sua limitação de 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais.
A reunião recebeu críticas e elogios por diferentes partes, mas os representantes da Organização das Nações Unidas (ONU) acreditam que esse foi um bom resultado para restabelecer a confiança entre os territórios.
Sobre as críticas, representantes de alguns territórios afirmam que as ações atuais são insuficientes e pouco eficazes no combate às mudanças climáticas.
E a Alba Energia Solar esteve com os olhos voltados para esse evento que promete grandes mudanças climáticas no Brasil e no mundo, além de apoiarmos e contribuir diretamente com a luta pela preservação do nosso ecossistema.
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